Porque os diabéticos são mais vulneráveis à amputação?

O Diabetes Mellitus é uma doença metabólica crônica, autoimune, caracterizada pela deficiência da produção de insulina pelo organismo, que pode levar a uma série de complicações, entre as quais se destaca o pé diabético, um problema cujas consequências, quando não prevenido e cuidado a tempo, pode implicar em consequência graves como a amputação de dedos, pés ou pernas. Segundo estatísticas, o diabetes é a causa número um para amputação de membros. A vulnerabilidade começa como consequência da Neuropatia Diabética, quando os nervos responsáveis pela sensação de dor e tato estão afetados pelo diabetes, causando perda da sensibilidade a machucados e…

À flor da pele

A pele costuma dar sinais toda vez que alguma coisa não vai bem em nosso organismo. Seja por meio de uma coceira, um prurido, uma alergia ou mesmo uma infecção. Por isso, é bom estar sempre atento ao surgimento de pequenas lesões, fungos e bactérias, principalmente no caso de pacientes diabéticos que, de forma geral são mais propensas a sofrer doenças cutâneas. Além de terem a pele mais fina e menos elástica, as pessoas diabéticas perdem sensibilidade nos membros, podendo não perceber o surgimento e a evolução de machucados que, se não cuidados, podem se transformar em problemas mais sérios,…

teleconsulta

Como detectar o pé diabético na teleconsulta.

As restrições de circulação impostas pela pandemia abriram novas possibilidade para a telemedicina, estimulando também a realização crescente de teleconsultas médicas, que contam hoje com o aval do Conselho Federal de Medicina. Muitas abordagens e diagnósticos podem, efetivamente, ser feitos com o paciente ao telefone ou através do uso de uma plataforma de vídeo. No entanto, como proceder nos casos em que o diagnóstico de uma doença depende essencialmente de uma observação ou um exame físico?   A tecnologia como coadjuvante da medicina. Em relação aos cuidados com os pés, a American Diabetes Association (ADA) recomenda realizar a inspecção abrangente dos pés,…

enfermagem dermatológica

A importância da enfermagem dermatológica

A situação de pandemia evidenciou como nunca a importância dos profissionais de saúde, em especial os enfermeiros. Seja nos hospitais, clínicas e até mesmo em casa, a presença desses verdadeiros anjos é ainda mais importante nos cuidados aos pacientes diabéticos, uma vez que a doença pode levar complicações graves. Uma das consequências mais comuns da diabetes mal controlada é o pé diabético, que acomete o paciente sempre que um machucado ou infecção nos pés se transforma em úlcera, pela dificuldade de cicatrização da ferida devido à menor circulação de sangue e às altas taxas de açúcar no sangue que, em…

diagnostico

Principais passos para diagnosticar o pé diabético

Todos os pacientes com diabetes correm o risco de desenvolver pé diabético. Por isso, o médico deve fazer avaliações periódicas, antecipando medidas preventivas e, se necessário, um tratamento adequado. Veja quais são os principais fatores que devem ser observados para um correto diagnóstico do pé diabético.¹,²,³ Conhecer bem o paciente.  O pé diabético geralmente se apresenta com a ulceração do pé. No entanto, por trás da úlcera quase sempre há outras patologias e comorbidades que provocam a lesão. Por isso, é essencial conhecer a história clínica do paciente, inclusive para poder se estabelecer um tratamento adequado.   Fazer o controle metabólico.  …

Obesidade e diabetes

A obesidade é um dos principais problemas de saúde pública e fator de risco para o desenvolvimento de outras doenças crônicas, como a hipertensão, gota, osteoartrite, apneia do sono e alguns tipos de câncer. Para pessoas que sofrem de diabetes tipo 2 a obesidade representa um risco a mais. Por isso, a manutenção de um peso adequado é uma das condições para quem deseja ter boa saúde.1   Pequenas reduções, grandes resultados. Pesquisadores da Universidade de Cambridge demonstraram que pequenas reduções de peso em ≥ 10% início da diabetes, podem reduzir os riscos e duplicar a probabilidade de remissão da…

laser

Laser no tratamento da neuropatia diabética

As primeiras pesquisas sobre o uso do laser na medicina datam da década de 60 e sua primeira aplicação ocorreu na área da oftalmologia. De lá para cá, a laserterapia evoluiu e o seu uso foi ampliado para outras disciplinas e no tratamento de diversas doenças. Uma das áreas que tem se beneficiado do uso do laser é a neurologia. Seguro e eficaz Um estudo feito pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP concluiu, após uma série de resultados positivos, que o uso de laser de baixa intensidade é um tratamento seguro e eficaz para a neuropatia diabética, uma doença…

vitaminas

Mais vitamina, menos neuropatia

Uma boa notícia para quem sofre de dores e desconforto causados pela neuropatia periférica (NP): é possível aliviar os sintomas da doença com uma combinação de vitaminas B. Essa é a conclusão de um estudo desenvolvido pela Faculdade de Medicina, Universitas Indonesia Cipto Mangunkusumo, em Jakarta, na Indonésia e publicado no Asian Journal of Medicinal Sciences.   Mais qualidade de vida O estudo envolveu 411 doentes (297 do sexo feminino, 114 do sexo masculino) com NP (lesão no sistema nervoso dos braços e das pernas) ligeira a moderada de diferentes etiologias. Foi registrado um alívio dos sintomas em 63% dos…

Cuidado com as feridas diabéticas

As estimativas indicam que ocorrem duas amputações por minuto no mundo, causadas por pé diabético, sendo que 85% destas são precedidas por úlceras,1 feridas que não saram e acabam levando a complicações que muitas vezes não deixam outra alternativa senão a amputação total ou parcial do membro afetado. Como surge, se desenvolve e evolui uma ferida diabética? Devido a uma lesão nos nervos conhecida como Neuropatia Diabética Periférica, o paciente diabético vai aos poucos perdendo a sensibilidade à dor nos membros. Assim, uma topada, um espinho, uma queimadura, a ponta de um prego que entrou na sola do sapato, um…

Pé diabético positivo? Saiba o que fazer.

Exames e testes para detecção do pé diabético. Existem diversos exames e testes para saber se um paciente com diabetes fora de controle está com o pé diabético. Desde os mais clássicos, aplicados em clínicas e hospitais, como o Monofilamento de 10g, o Diapasão 128 Hz (sensibilidade vibratória), o Pino ou Palito e o Bioestesiômetro (conhecido como martelo),1 até aos mais simples como Neuropad, um teste fácil, rápido e indolor que apresenta resultados seguros em apenas 10 minutinhos e pode ser feito em casa pelo próprio paciente.  O seu teste deu positivo, e agora? Muito bem, você fez o teste para pé diabético e deu positivo. A primeira…