Coronavírus e diabetes: como ajudar esse grupo de risco

Idosos, asmáticos, diabéticos e hipertensos. Se um paciente se encaixa em um ou mais desses grupos, é bom ficar de olho e tomar cuidados redobrados. Saiba por que essas pessoas correm mais riscos de ter complicações graves quando contaminadas pelo vírus da Covid-19.1,2 Porquê os diabéticos correm um risco maior frente ao Coronavirus? Pela dificuldade de liberar insulina para o corpo (diabetes tipo 1) ou não conseguir usá-la adequadamente (diabetes tipo 2), os pacientes diabéticos apresentam uma baixa resposta do organismo a qualquer processo infeccioso, incluindo o provocado pelo coronavirus.1,2 Crianças respondem de modo diferente à infecção. De acordo com…

A pegada diabética é grande e vem aumentando

Estimativas globais, regionais e nacionais. Uma investigação liderada pela Austrália em 2020 e publicada no jornal Diabetes Care revela que 131 milhões de pessoas – 1,8% da população mundial – têm complicações como neuropatias diabéticas, úlceras ou amputações. De acordo com o estudo os homens e idosos são os que mais sofrem as doenças e o Oriente Médio, Norte da África, América Central e Oceania são as regiões mais afetadas. É a primeira vez que um estudo faz essas estimativas em níveis globais, regionais e nacionais, revelando que a pegada diabética do globo é grande e aumentou em 15-31% na…

insulina

Insulina, 100 anos de avanços na luta contra o diabetes.

Algumas descobertas da ciência mudaram para sempre a vida de milhões de pessoas. Um delas foi descoberta da insulina em 1921 por Frederick Banting e Charles Best, no laboratório do professor de fisiologia John J. R. MacLeod, que rendeu à equipe de estudiosos o prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia. Depois da insulina, a qualidade de vida dos pacientes diabéticos melhorou sensivelmente e houve muitos avanços na monitorização e no tratamento da doença.¹,² Diabetes: uma história que começa muito antes da insulina.   O papiro Ebers, descoberto pelo alemão Gerg Ebers em 1872 no Egito, é o primeiro documento conhecido a fazer referência a uma doença que se caracterizava pela emissão…

calçado

Calçados, meias e palmilhas: três grandes aliados na prevenção do pé diabético

Pés: a base de tudo.  Os diabéticos precisam ter um cuidado especial na hora de escolher o que calçar. O uso de sapatos inadequados aumenta o atrito e o risco de surgimento de calos, feridas e outras deformações que são fatores de complicação para o pé diabético. O uso de meias sem costuras e palmilhas sob medida complementam os cuidados com a saúde dos pés. As palmilhas proporcionam conforto, redistribuem o peso e reduzem em até 40% os picos de pressão plantar causadores de lesões.     Dicas para a escolha o calçado correto.   Veja a seguir uma pequena lista de pontos que os diabéticos devem dar atenção na…

Obesidade e diabetes

A obesidade é um dos principais problemas de saúde pública e fator de risco para o desenvolvimento de outras doenças crônicas, como a hipertensão, gota, osteoartrite, apneia do sono e alguns tipos de câncer. Para pessoas que sofrem de diabetes tipo 2 a obesidade representa um risco a mais. Por isso, a manutenção de um peso adequado é uma das condições para quem deseja ter boa saúde.1   Pequenas reduções, grandes resultados. Pesquisadores da Universidade de Cambridge demonstraram que pequenas reduções de peso em ≥ 10% início da diabetes, podem reduzir os riscos e duplicar a probabilidade de remissão da…

Diabetes e o risco de doenças cardiovasculares

Manter um bom controle dos índices glicêmicos é uma forma de viver com tranquilidade e sem sobressaltos. Porque a diabetes, sobretudo a Diabetes Mellitus (tipo 2) está relacionada ao surgimento de diversas complicações de saúde, tais como doenças renais, pé diabético, alterações na pele, problemas nos olhos como glaucoma, catarata e retinopatia.1 Mas talvez a mais perigosa ameaça à saúde de um paciente com diabetes seja o risco cardiovascular. Diabetes e infarto do miocárdio Uma das consequências e também um dos maiores perigos, agravados pela diabetes, são as doenças do coração. Homens com diabetes tem risco dobrado de infarto do…

2. GLICEMIA ALTA DESENVOLVE O PÉ DIABÉTICO?

Glicemia alta desenvolve pé diabético?

A manutenção de altos níveis de açúcar no sangue, ou hiperglicemia, provoca lesões nos nervos, além de problemas de circulação e a consequente perda da sensibilidade dos pés e pernas, a chamada neuropatia diabética periférica.1 Com a sensibilidade diminuída, há mais chances de a pessoa sofrer um machucado qualquer e este infeccionar e virar uma ferida (ulceração) sem que ela perceba. Está caracterizado o pé diabético.2 Que se não for detectado a tempo e tratado adequadamente, pode levar até à amputação do membro ou parte dele.3,4 5 formas de ajudar a controlar o nível de glicose no sangue. As estimativas…